Toda análise da Nify nasce da mesma pergunta: o que a ciência já sabe sobre isso? Esta página descreve os princípios da nossa metodologia — sem abrir o que é proprietário, mas deixando claro o rigor que sustenta cada diagnóstico.
Há décadas a ciência cognitiva, a ergonomia visual e a pesquisa em interação humano-computador produzem princípios mensuráveis sobre como as pessoas percebem, decidem e agem diante de uma interface. Esse conhecimento existe, é extenso, e quase nunca chega à sala de reunião onde decisões de design são tomadas.
A Nify foi construída sobre uma convicção simples: diagnóstico de interface não precisa ser subjetivo. Existe um corpo consolidado de regras — basta aplicá-lo com consistência, rastreabilidade e na escala que o trabalho humano não alcança.
Toda análise produz uma matriz INIC — nossa régua proprietária, que lê qualquer interface a partir de quatro dimensões independentes e complementares. A combinação das quatro gera uma assinatura única do seu produto — comparável entre concorrentes, entre setores e entre versões do seu próprio site ao longo do tempo.
Quão claro é, no primeiro contato, o que o usuário pode fazer aqui — e por que deveria. Lemos posição, hierarquia e peso dos elementos que sustentam a promessa principal.
Quão previsível é o caminho entre o que o usuário quer e o que o site oferece. Medimos fricção, redundância, armadilhas e inconsistência de padrão.
Quão honesta é a densidade informacional: o que você conta, o que você esconde, o que você repete em excesso. Lemos contraste, acessibilidade e ruído.
Quão bem o caminho crítico transforma atenção em ação. Avaliamos CTA, arquitetura de formulários, objeções não endereçadas e vieses que afastam persona.
Chamamos de HAG — Hybrid Augmented Graph — a arquitetura que costura, para cada análise, princípios científicos consolidados, padrões visuais observados em interfaces reais e heurísticas de usabilidade validadas academicamente. Os três universos se cruzam em tempo de análise — o resultado é um diagnóstico que nunca parte de achismo, e cujas conclusões sempre têm fonte rastreável.
Uma auditoria humana processa fases em série: um especialista olha uma coisa, depois outra, depois junta. Nossa arquitetura é paralela por princípio — cada fase dispara subprocessos independentes que se cruzam no final. É por isso que entregamos em segundos o que uma consultoria levaria dias.
Reconstruímos a experiência real — em múltiplas densidades de tela, com estados dinâmicos preservados e hierarquia do layout íntegra. Não analisamos apenas código: analisamos percepção.
Composição cromática, estrutura tipográfica, hierarquia semântica, densidade informacional, contraste, elementos humanos representados na imagem. Cada camada lida por um especialista lógico próprio.
Cada sinal extraído é confrontado com o HAG — a literatura científica, os padrões observados e as heurísticas validadas. O que emerge é uma lista de apontamentos com fonte identificada, não um parecer de gosto.
Não entregamos checklist. Entregamos plano ordenado — o que mexer primeiro, o que esperar, o que justificar em reunião. A matriz INIC é o carimbo final dessa síntese.
É o princípio que sustenta a metodologia e o que diferencia a Nify de qualquer ferramenta de "IA que opina": nenhum diagnóstico nosso existe sem referência científica atrelada. Cada apontamento que entregamos é acompanhado da lei, heurística ou princípio que o valida — pronto pra defender em comitê ou anexar em relatório executivo.
Nossa base metodológica não é opinião de mercado — é um recorte da pesquisa acadêmica em ciência cognitiva, interação humano-computador, ergonomia visual e acessibilidade. Abaixo, um fragmento do que nosso HAG consome. Não é checklist. É lineage.
… entre outras. Nosso grafo de conhecimento é atualizado continuamente.
Toda ferramenta séria é definida tanto pelo que entrega quanto pelo que recusa entregar. Nossa posição:
Primeira análise gratuita. Sem cadastro. Sem instalação. Você entende em três minutos o que nenhuma auditoria de duas semanas entregaria.